eu que de mim já não sei
e cego tateio
e teorizo
que me mato, me bato, debato
farto da falta, da chuva,
do ciso
eu que me pulo
eu muro
me procuro no murro em faca de ponta
pauso na estante
pouso um instante
e ainda não cessa
essa dança tonta
terça-feira, novembro 14, 2006
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Um comentário:
admiro muito o magnetismo das tuas poesias. As palavras tendem à esta ligação sonoro-semântica que considero fantastico.
Abraços (curu)MIM!
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