terça-feira, abril 22, 2008

ruim da cabeça ou doente do pé

Não, eu não gosto muito de carnaval. E sim, sou mesmo doente do pé. Ou fui. Nasci com uma deformidade congênita que entortava meu pé esquerdo: encurtamento de tendão, especificamente o que liga o que seria meu polegar - se estivéssemos falando da mão - à minha tíbia, que é o principal osso da canela. Isso na perna esquerda. Era como se o pé doente fosse carente, e tentasse tocar o direito. Mas nem é algo tão incomum assim. Acontece bastante até, e eles já sabiam o que fazer. Fui operado quase na mesma hora com menos de um mês de vida pelo então chefe da equipe médica da seleção Brasileira, Sr. Toledo. Talvez por isso eu também não acompanhe de perto o futebol. Tenho time até, mas quando alguém que realmente se relaciona com isso está por perto, sempre me sinto um tanto mentiroso. Vai entender os caminhos desse tipo de coisa. Certa vez cheguei à...

Acabo de perceber que o verso famoso que precede o título desse post fala sobre o samba, e não sobre o carnaval. De samba eu gosto.

Desculpem-me, acabou o (mote do) texto.

Um comentário:

Fay disse...

eu nasci com o dedinho (o segundo, do menor pro maior) do pé esquerdo torto, chegando a ficar embaixo do dedo ao lado. mas sempre associei o pablo (nome que dei à ele) a timidez, e nunca à carencia. hoje em dia dói pra usar sapato fechado, às vezes, e pretendo "consertá-lo" ano que vem.. mas me dá pena, sabe... se ele nasceu timido, sou eu quem tem que mudar?

ah, odeio futebol..